De 2015 a 2016 – a mesma coisa!

Caros amigos leitores,

Já alguns anos passados escrevi uma matéria, ou mais, para o blog Voz Da Serra onde tecia comentários sobre a tal passagem de Ano. Nem lembro direito dos argumentos que mandei daquela vez, mas a tônica não muda.
O ano Novo significa o que mesmo na vida da gente?
Ora bolas! Em 1970 o falecido Antonio Marcos se perguntava numa canção como seria o Mundo em 1996, já preocupado com a loucura coletiva que assolava naquele tempo. A minha avó Cecília vivia dizendo que “o Mundo 2000 não há de inteirar”, e também já percebia ao seu ver as coisas degringolando. Passei 1997, 98 e 99 em São Paulo fazendo planos para a entrada do Milênio e tomei foi uma chuva na cabeça e fui dormir meio frustrado depois de ver a Av. Paulista com shows esvaziados e meia boca. 

E eu?
Esperava muito mais da Era de Aquário e encontrei tudo da mesma forma de antes com os agravantes da superpopulação, do populismo governamental que não faz tudo o que promete e concede o que não deve para não perder pontos na hora das eleições. De um lado ficava me perguntando como fora a magia de ter vivido o 1800, o 1900… e estava ali para mudar de século e de milênio.

É pouco? não, é muito mesmo, e nada!

E dai as mazelas que estão a nos bombardear nessa virada de Ano.
Nem queria falar das contas de impostos e taxas que sofrem disparo automático na virada e logo chegarão para todos, algumas tipicamente onerosas sem retorno claro e eficaz.
Eu diria que é apenas mais um encontro para bebedeiras e comilança, desfile de moda, ostentação no aparato, inclusive das companhias, onde nos deixamos enganar em nome de pseudos ‘sorte’ e ‘felicidade’ que todos sabem muito bem de onde vem e quem provém estas dádivas.
Eu irei, como ser vivo pensante e participativo das coisas do meu tempo, aproveitando mais esse ‘time’ que de verdade mesmo na maioria das vezes tem servido para nos afastar do tangivel – provando que nós humanos gostamos de perder tempo e demandar energia em nome da Boa farra.
Vamos aproveitar para secar as roupas das moçoilas, os figurinos das piriguetes, os novos, legitimados e ousados casais homos e até a marca das bebidas menos heterodoxas, tudo isso ao barulho de mil malas abertas e som solto nas alturas.
E se eu já velhinho, tio, cansado de fazer alguns serviços de manutenção em casa, vou… imagine os outros. Irei, mas sei que não mudará em nada o meu viver apenasmente pela virada do calendário.
Em tempo, eu sei que a super imensa maioria discordará de mim, mas saibam que adoro quando sei que não estou errado.
Vamos deixar para trás o tal 2015 que considero o melhor ano de sempre da minha vida, pois consegui todas as dádivas buscadas e isso pouco não é.
Táí, vou Então às ruas festejar o que foi bom, o ano 2015 que superou todas as expectativas.
2016, se for um ano que mereça, saberei apenas no fim.
Então agradeço enormemente a Deus pela vida na oração e nos louvores, e peço que continue abençoando minha casa, família, amigos e conceda de acordo com nosso merecimento.
Até breve! A jornada continua.
G.G. Carsan

Sobre g. g. carsan

comunicador, escritor, fotógrafo e webdesign
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